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Mexa-se



A obesidade está associada com problemas de saúde bastante significativos na idade pediátrica. É estimado que a probabilidade da obesidade infantil persistir na vida adulta aumenta de aproximadamente 20% aos quatro anos de idade para 80% na adolescência. 

Múltiplos fatores de risco estão relacionados com a alta incidência de excesso de peso, sendo que tanto os fatores genéticos como os ambientais e comportamentais contribuem para o desenvolvimento dos altos níveis de gordura corporal na infância e adolescência. 

A prática de atividade física, em crianças e adolescentes, contribui para uma melhora no perfil lipídico e metabólico, assim como a redução da prevalência de obesidade e aumento da massa óssea. Um estudo realizado em Cuiabá/MT, com crianças entre 6 e 11 anos demonstrou que crianças que brincavam (atividades de movimento) menos de dez horas por semana teriam maiores chances de apresentar sobrepeso (GUIMARAES et al., 2006). 

Tendo em vista a importância da prática de atividade física para o cultivo de uma boa saúde, o Espaço Dom Quixote passa a oferecer a partir de setembro o grupo de orientação nutricional e atividade física MEXA-SE coordenado por nutricionista e educadora física com o objetivo de promover entre crianças e adolescentes a adoção de práticas alimentares e corporais mais saudáveis. 

MEXA-SE - Programa de Intervenção Nutricional e Corporal para Crianças e Adolescentes 

Horário do grupo: nas segundas-feiras, das 18h às 19h, semanalmente. 

Para mais informações entre em contato pelo email recepcao@espacodomquixote.com.br 

Referência:

GUIMARAES, L.V. et al. Fatores associados ao sobrepeso em escolares. Rev Nutr, v. 19, n. 1, p. 5-17, 2006 

Daniele Santetti – danielenutri@espacodomquixote.com.br 
Nutricionista do Espaço Dom Quixote

Semana da Pessoa com Deficiência



A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla está ocorrendo do dia 21 ao dia 28 de agosto de 2012. Neste ano a FENAPAES (Federação Nacional das APAES) traz como tema a igualdade social com a seguinte reflexão: 

"Queremos uma igualdade que reconheça as diferenças e uma diferença que não reproduza as desigualdades."

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Aproveitando este tema, no dia 18 de agosto, o filme "Colegas" venceu o Festival de Cinema de Gramado. Você já ouviu falar deste filme? Qual a relação dele com a inclusão? Descubra a seguir:


Estrelado por um trio de atores com Síndrome de Down, "Colegas", de Marcelo Galvão, faturou o Kikito de melhor filme da 40ª edição do Festival de Cinema de Gramado. A cerimônia de premiação foi realizada na noite deste sábado (18) no Palácio dos Festivais. De maneira leve, divertida e sem autopiedade, o road movie de Marcelo Galvão é uma aula de inclusão social. 

A jornada dos personagens Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pokk) e Márcio (Breno Viola) arrancaram muitos risos da plateia na serra gaúcha. De longe, o filme foi o mais aplaudido durante e depois da sessão no Palácio dos Festivais. 

"Queria agradecer a essa equipe e a Rita, Ariel e Breno. A nossa projeção aqui foi maravilhosa. O filme foi aplaudido várias vezes em cena e de pé ao final. Isso para nós foi o maior prêmio", discursou Galvão após receber o Kikito das mãos do cineasta Arnaldo Jabor. 

Além de melhor filme, "Colegas" levou para casa os prêmios de direção de arte e especial do júri, para os atores Ariel, Rita e Breno. No palco, os três choraram e fizeram um discurso emocionado: "Nós somos Down perante a sociedade, mas perante Deus somos normais", disse Ariel. Exatamente como faz no filme, Breno arrancou gargalhadas da plateia: Ganhar esse periquito (Kikito) aqui é muito gratificante", brincou.

Assista ao trailer do filme:

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Belo exemplo para refletirmos!


Fernanda Helena Kley - fernandafono@espacodomquixote.com.br
Fonoaudióloga do Espaço Dom Quixote
Pós-Graduanda em Neuropsicologia UFRGS

Oficina Consumo Infantil


Atendimento Educacional Especializado - Afinal o que é isso?



Por muito tempo as crianças e os adolescentes com deficiência eram segregados do ensino regular, sendo enviados a espaços considerados especializados para atender a demanda destes alunos. Com o passar do tempo começou a perceber-se esta educação especial em uma perspectiva inclusiva, onde estas crianças e adolescentes poderiam frequentar a escola e classes regulares, deixando a antiga educação especial somente como um apoio ao ensino regular. 

Pensando através do viés inclusivo, dispositivos normativos passaram a vigorar com o intuito de estabelecer diretrizes, assim como assegurar a inclusão escolar. O decreto Nº 7.611, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011 é um destes documentos que visa estabelecer como deverá ocorrer os processos de inclusão e educação especial. 

No documento citado acima, se fala do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva de 2008, o AEE tem como função eliminar as barreiras de aprendizagem da criança com deficiência, sendo que deve ser oferecido de forma complementar ao ensino regular, sempre no turno contrário. São passiveis do AEE alunos com deficiência, alunos com transtorno global do desenvolvimento e alunos com altas habilidades. O aluno que frequenta este atendimento, deverá ter matricula dupla, para que os recursos financeiros cheguem até a escola que atende este aluno. 

O AEE poderá ser oferecido nas salas de recursos multifuncionais das escolas ou em instituições comunitárias, desde que estas sejam conveniadas à Secretaria de Educação. O professor do Atendimento Educacional Especializado deve ter formação especifica em Educação Inclusiva e/ou Educação Especial, pois ele poderá orientar o professor da criança/adolescente que estará em atendimento.

O AEE é uma prática que tem como principal objetivo promover a aprendizagem do aluno e assim, facilitar o trabalho do professor.


Clarissa Paz de Menezes - clarissapp@espacodomquixote.com.br
Psicopedagoga do Espaço Dom Quixote

Oficina Como ajudar seu filho nos estudos?


Terminologia Inclusiva



Muito interessante o trabalho de Romeu Kazumi Sassaki para corrigir alguns erros na linguagem. Confira algumas partes selecionadas abaixo. 
O texto completo encontra-se em: http://www.fiemg.com.br/ead/pne/Terminologias.pdf 

TERMINOLOGIA SOBRE DEFICIÊNCIA NA ERA DA INCLUSÃO 

Romeu Kazumi Sassaki

Consultor de inclusão social e autor dos livros Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos (5.ed., Rio de Janeiro: WVA, 2003) e Inclusão no Lazer e Turismo: em busca da qualidade de vida (São Paulo, Áurea 2003). E-mail: romeukf@uol.com.br

* Trabalho inserido nas seguintes publicações: 
VIVARTA, Veet (org.). Mídia e Deficiência. Brasília: Agência de Notícias dos Direitos da Infância / Fundação Banco do Brasil, 2003, p. 160-165. 
VIVARTA, Veet (org.). Medios de comunicación y discapacidad: análisis periodístico desde la ópticade los derechos del niño. Brasília: Save the Children Suecia, Agência de Notícias dos Direitos da Infância e Fundação Banco do Brasil, 2004, p. 160-165. 
SASSAKI, Romeu Kazumi. Terminologia sobre deficiência na era da inclusão. Revista Nacional de Reabilitação, São Paulo, ano 5, n. 24, jan./fev. 2002, p. 6-9. 


1. Adolescente normal: 
Desejando referir-se a um adolescente (uma criança ou um adulto) que não possua uma deficiência, muitas pessoas usam as expressões adolescente normal, criança normal e adulto normal. Isto acontecia muito no passado, quando a desinformação e o preconceito a respeito de pessoas com deficiência eram de tamanha magnitude que a sociedade acreditava na normalidade das pessoas sem deficiência. Esta crença fundamentava-se na ideia de que era anormal a pessoa que tivesse uma deficiência. A normalidade, em relação a pessoas, é um conceito questionável e ultrapassado. TERMOS CORRETOS: adolescente (criança, adulto) sem deficiência ou, ainda, adolescente (criança, adulto) não-deficiente. 

8. Criança excepcional:
TERMOS CORRETOS: criança com deficiência intelectual, criança com deficiência mental. Excepcionais foi o termo utilizado nas décadas de 50, 60 e 70 para designar pessoas com deficiência intelectual. Com o surgimento de estudos e práticas educacionais nas décadas de 80 e 90 a respeito de altas habilidades ou talentos extraordinários, o termo excepcionais passou a referir-se tanto a pessoas com inteligências múltiplas acima da média [pessoas superdotadas ou com altas habilidades e gênios] quanto a pessoas com inteligência lógico-matemática abaixo da média [pessoas com deficiência intelectual] daí surgindo, respectivamente, os termos excepcionais positivos e excepcionais negativos, de raríssimo uso. Consultar SASSAKI (2003). 

11. Deficientes físicos (quando se referir a pessoas com qualquer tipo de deficiência):
TERMO CORRETO: pessoas com deficiência (sem especificar o tipo de deficiência). 

14. Doente mental (quando se referir a uma pessoa com deficiência intelectual):
TERMO CORRETO: pessoa com deficiência intelectual (esta deficiência ainda é conhecida como deficiência mental). O termo deficiente, usado como substantivo (por ex.: o deficiente intelectual), tende a desaparecer, exceto em títulos de matérias jornalísticas por motivo de economia de espaço. Consultar RIO DE JANEIRO (c. 2001). 

25. Escola normal:
No futuro, quando todas as escolas se tornarem inclusivas, bastará o uso da palavra escola sem adjetivá- la. TERMOS CORRETOS: escola comum; escola regular. 

37. Necessidades educativas especiais:
TERMO CORRETO: necessidades educacionais especiais. “A palavra educativo significa algo que educa. Ora, necessidades não educam; elas são educacionais, ou seja, concernentes à educação” (SASSAKI, 1999). O termo necessidades educacionais especiais foi adotado pelo Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Básica (Resolução nº 2, de 11-9-01, com base no Parecer CNE/CEB nº 17/2001, homologado pelo MEC em 15-8-01). Esta Resolução, durante o ano de 2005, está sendo reformulada pelo CNE. Consultar CNE (2001). 

42. Pessoa normal:
TERMO CORRETO: pessoa sem deficiência; pessoa não-deficiente. A normalidade, em relação a pessoas, é um conceito questionável e ultrapassado. 

47. Portador de deficiência:
TERMO CORRETO: pessoa com deficiência. No Brasil, tornou-se bastante popular, acentuadamente entre 1986 e 1996, o uso do termo portador de deficiência (e suas flexões no feminino e no plural). Pessoas com deficiência vêm ponderando que elas não portam deficiência; que a deficiência que elas têm não é como coisas que às vezes portamos e às vezes não portamos (por exemplo, um documento de identidade, um guarda-chuva). O termo preferido passou a ser pessoa com deficiência. Aprovados após debate mundial, os termos “pessoa com deficiência” e “pessoas com deficiência” são utilizados no texto da Convenção Internacional de Proteção e Promoção dos Direitos e da Dignidade das Pessoas com Deficiência, em fase final de elaboração pelo Comitê Especial da ONU. Consultar SASSAKI (2003). 

Acesse: http://www.fiemg.com.br/ead/pne/Terminologias.pdf para ver o texto completo e as referências!


Luciana Steffen - lucianamt@espacodomquixote.com.br
Musicoterapeuta do Espaço Dom Quixote
Mestranda em Teologia (Gênero na Musicoterapia) - EST

Contando histórias


Se eu perguntar, tenho certeza que você vai lembrar de alguma história que ouvia ou lia quando era criança. Cada um de nós, a sua maneira, lembra de alguma história que foi lida / contada na infância e até hoje guarda muitos detalhes. 

Certamente em algum momento de sua vida você teve interesse por livros, leitura e figuras. Alguns de nós mantivemos o hábito, outros não. 

O que sabemos é que a leitura, além de fundamental para o desenvolvimento intelectual das crianças, é também um aliado simples e gostoso de praticar também em casa através da contação de histórias. 

Mas de que contação estamos falando? Daquelas que a avó fazia, ou o pai antes de dormir, ou quando ficávamos com medo e a mãe contava até pegarmos no sono. É só vasculhar na memória, certamente encontraremos um momento desses no passado. 

Já se sabe o poder da fascinação que a contação de histórias produz nas crianças. Mas, além desse encantamento pelo maravilhoso ou conto de fadas, as histórias contribuem para o simbolismo e “resolução” dos conflitos que são comuns a todos. Falamos nesse caso da difícil tarefa de crescer e amadurecer no desenvolvimento humano. Nessa fase de diferenciação entre real e fantasia, razão e imaginação, os contos permitem que as crianças transportem para a realidade aquilo que é contado, reformulando a partir da sua escuta a melhor forma de utilizar os ensinamentos / palavras das histórias. Permite também às crianças imaginar-se em outra carcaça, outro tempo. Possibilita o ir e vir saudável, fundamental para o desenvolvimento, onde as crianças conseguem imaginar-se dentro dos contos e ao mesmo tempo reconhecê-los apenas como um mundo fantasioso além da sua própria realidade, ou até mesmo como um escape da realidade que nem sempre é tão divertida e colorida. 

A nós adultos, cabe a tarefa de sermos porta-vozes dessas fantasias disponíveis para o mundo das crianças. E como faremos isso? Através de uma boa leitura, de um bom livro (aquele que você também tenha prazer em estar lendo), interesse e disponibilidade para apresentar um mundo novo. 

Os contos permitem que as crianças enfrentem seus medos, conflitos e angústias, seja com o auxílio das bruxas, vilões ou monstros. Como também renovam as esperanças através de bons atos, amor e carinho com os heróis e mocinhas. 

Mário Corso e Diana Corso (2006, p. 17) em Fadas no Divã falam que “(...) ouvir histórias é um dos recursos que as crianças dispõem para desenhar o mapa imaginário que indica seu lugar, na família e no mundo”. 

A contação de histórias, portanto, ajuda a pensar sobre nossa existência, nossos comportamentos e num mundo melhor. Claro que elas não trarão felicidade ou a solução dos problemas, nem tornarão o mundo melhor. Mas com certeza ajudarão nessa difícil jornada. Com isso, as crianças passam a enxergar outros caminhos, outras idéias e novos personagens para seus enredos. 

Aos pais, contar histórias, portanto, vai muito além de conseguir fazer o filho dormir ou deixá-lo quietinho. Contar histórias aproxima os relacionamentos, estreita as ligações maternas e paternas. As histórias contadas com amor e carinho, com gosto, estimulam a criatividade, a inteligência, a criação, o pensamento e principalmente: o querer e o sentir. 

Exercite essa arte. Escolha um livro que você goste ou que conheça a história ou que gostaria de apresentar para seu filho. Crie um ambiente acolhedor, tranqüilo. Faça desse hábito um evento, um momento em família. Utilize desse tempo para fazer parte de um mundo de fantasias. Pegue seu filho no colo, mude o tom de voz, permita que ele veja você sendo outros personagens e veja-o como participante dessa aventura. Saboreie a alegria e entusiasmo que as histórias produzem nas crianças. Utilize dos contos também para passar aquele recado que está difícil de ser escutado, falar sobre assuntos sérios, educativos ou simplesmente contar uma história. Afinal, contar história nem sempre precisa passar uma lição. 

Depois disso, me conte uma história sobre essa experiência. 

Referência utilizada:
CORSO, D. L. e CORSO, M. Fadas no Divã – Psicanálise nas Histórias Infantis. Porto Alegre: Artmed, 2006. 


Caroline Ciceri - carolinepsico@espacodomquixote.com.br
Psicóloga do Espaço Dom Quixote 

Oficina de Dislexia


Ocupar-se da Terapia Ocupacional e desocupar-se



Ocupar-se da Terapia Ocupacional definitivamente deveria ser tarefa primordial de qualquer Terapeuta Ocupacional. Explico-me dizendo que ocupar-se desta profissão é diferente de tê-la somente como atividade profissional.

Ocupar-se da Terapia Ocupacional é fazer da prática terapêutica um lugar de investigações, dúvidas, questionamentos, busca de conhecimentos, enfim, de construção contínua e constante de teoria a partir das técnicas utilizadas na tríade: paciente-terapeuta-atividades.

Ocupar-se da Terapia Ocupacional é um investimento antes de tudo pessoal, pois necessita inevitavelmente de dedicação, tesão, paixão por tudo aquilo que FAZ na prática clínica, profissional.

Ocupar-se da Terapia Ocupacional é ter a tranquilidade e a segurança de dizer aos colegas que nos questionam sobre nossa prática clínica que trabalhamos, sim, com atividades do Senso Comum, mas a essência e a excelência de profissionais que constroem cotidianos a partir da relação e das experiências peculiares ao nosso Setting Terapêutico.

Ocupar-se da Terapia Ocupacional é não se abater e calar diante da escassez de teorias a respeito da verdadeira identidade da Terapia Ocupacional. É buscar, buscar, buscar, em nosso setting, as perguntas e respostas que irão nos nortear na construção complexa e imprescindível de elementos teóricos que caracterizem verdadeiramente a Terapia Ocupacional.

Ocupar-se da Terapia Ocupacional é questionar a todo momento sobre a ética e a estética da nossa prática clínica, para que a Terapia Ocupacional sobreviva. Ocupar-se da Terapia Ocupacional é participar ativamente dos debates e embates com os demais profissionais da saúde, demarcando território e defendendo com propriedade o que é só nosso.

Ocupar-se da Terapia Ocupacional é poder experimentar, vivenciar a chegada e a partida de sujeitos que, com o nosso investimento pessoal e a nossa prática clínica, conseguem seguir o caminho ocupando-se de suas próprias vidas. Ocupar-se da Terapia Ocupacional é também poder chegar ao momento de desocupar-se dela de forma serena e permanecer aliada com outras profissões para o bem estar e desenvolvimento do sujeito em questão.

Desocupar-se da Terapia Ocupacional é poder aprender tudo o quanto é possível para tornar-se feliz e com a máxima independência, autonomia e segurança para o resto da vida. É também pensar o quanto o profissional conseguiu auxiliar-se nessa construção de alcançar objetivos, conhecer e aprimorar as habilidades conquistadas ao longo do tratamento. E fazer dele seu cúmplice nos momentos de angústias e incertezas, mas também nas glórias seu maior aliado.

* Publicado originalmente na Revista Ceto - ano 10 - nº 10- 2007


Priscila Straatmann Morél - priscilato@espacodomquixote.com.br
Terapeuta Ocupacional e Psicomotricista do Espaço Dom Quixote

Andanças de Dom Quixote durante o mês de julho

Durante todo o mês de julho a equipe do Espaço Dom Quixote esteve repleta de trabalho, circulando por toda a região metropolitana e ainda pelo estado da Bahia.

No dia 13 de julho as oficinas “Limites: um desafio possível” e "Dificuldade de Aprendizagem” foram ministradas para os professores municipais do município de Lindolfo Collor.



No dia 16 de julho foi a vez da Escola Helena Câmara de São Leopoldo e outra escola em Cachoeirinha com as oficinas de “Letramento”, “Vivências Corporais” e mais uma vez “Dificuldade de Aprendizagem.

No dia 17 de julho a equipe do Espaço esteve ministrando oficinas nas escolas Etelvina, em Gravataí e Emílio Sander em São Leopoldo, além de receber a escola Amadeo Rossi de São Leopoldo no auditório do Espaço Dom Quixote. Neste dia as oficinas ministradas foram “Avaliação e Parecer Descritivo”, “Como desenvolver valores e atitudes no ambiente escolar” e mais um dia com a oficina “Dificuldade de Aprendizagem”.

No dia 18 de julho o Espaço Dom Quixote esteve durante todo o dia na escola Emílio Sander com a oficina “Letramento e Consciência Fonológica” e mais uma vez recebeu os professores da escola Amadeo Rossi com a oficina “Avaliação e Pareceres Descritivos”.



No dia 19 de julho foi a vez da escola Victor Becker receber os palestrantes do Espaço com as oficinas “Ensino Fundamental de 9 anos, como fazer?” e “Raciocínio Lógico-Matemático”. A Escola Amadeo Rossi se despede do Espaço Dom Quixote com a oficina de “Contação de histórias e ambiente letrado”.




No dia 20, sexta-feira, a equipe esteve em três escolas: Victor Becker (São Leopoldo), Etelvina (Gravataí) e Helena Câmara (São Leopoldo), com as oficinas de “Música na Aprendizagem”, “Limites” e “Raciocínio Lógico-Matemático, respectivamente.


Todas estas oficinas foram contratadas pelas escolas citadas acima fazendo parte da formação de professores de meio de ano. Os eventos foram um sucesso, pois os professores participaram com entusiasmo das dinâmicas e atividades sugeridas e encheram-se de ânimo e novidades para aplicarem em sala de aula no segundo semestre.

Mas o mês não terminou por aí, pois no dia 27 de julho a psicóloga Fabíola Cortezia esteve no Congresso Internacional Transdisciplinar da Criança e do Adolescente, no estado da Bahia, apresentando o tema “Uma visão transdisciplinar da dificuldade de aprendizagem”, a partir de casos clínicos atendidos na clínica Dom Quixote.



O mês foi repleto de trabalho, mas finalizamos julho com a sensação de missão cumprida, pois dividimos nossos conhecimentos com pessoas dos mais variados lugares e aprendemos muito com todas elas também!

Lanches decorados



Para aproveitar o período de volta às aulas, indico o tumblr (site para o compartilhamento de imagens) de uma mãe muito criativa chamada Heather Sitarzewski que decora a lancheira de seu filho diariamente com personagens de desenhos, paisagens e afins. 

Vamos exercitar nossa criatividade! 

http://lunchboxawesome.tumblr.com/ 

Boa volta às aulas a todos. 


Daniele Santetti – danielenutri@espacodomquixote.com.br 
Nutricionista do Espaço Dom Quixote
Mestranda em Saúde da Criança e do Adolescente - UFRGS