A sua escola é uma escola gaiola ou uma escola asa?
Curso de Formação para Professores
2º Encontro de professores e equipe da Ambientoterapia
Como utilizar a voz na escola
Uma profissão que é Fórmula de Vida

Quando vejo o camponês inspecionar amorosamente o seu domínio, inclinando-se para as vergônteas como o pastor para os seus cordeiros, não preciso fazer um longo inquérito sobre suas virtudes de agricultor. Desde que a miséria, os fracassos ou a exploração não o desanimem de um trabalho que é a sua vida, logo ele se tornará perito numa arte em que a técnica morta não poderia bastar.
Se me disserem que existe um método pedagógico que dá às crianças esse amor pela profissão e o gosto por um trabalho que é a expressão do ser; se acrescentarem que esse método proporciona, ao educador, esse mesmo sentimento de participação e de plenitude que ilumina a profissão de camponês e humaniza a tarefa ingrata do pastor; se eu vir os educadores que praticam esse método retomar vida e entusiasmo, não preciarei de mais informações: esse é o método bom. Bastará estabelecer e generalizar o seu uso, preservando-o dos principais perigos que as forças de estagnação e de reação fazem correr a todos os empreendimentos inteligentes. E, sobretudo, seria necessário lembrar aos pais e aos professores que um educador que já não tem gosto pelo trabalho é um escravo do ganha-pão e que um escravo não poderia preparar homens livres e ousados; que você não pode preparar os alunos para construírem, amanhã, o mundo dos seus sonhos, se você já não acredita nesta vida; que você não poderá mostrar-lhes o caminho se permanecer sentado, cansado e desanimado, na encruzilhada dos caminhos.
“Reencontrei a dignidade de uma profissão que é, para mim, fórmula de vida”, dirá o educador moderno.
Imite-o!...
Para que o professor seja este inspirador precisa, também, inspirar-se. Respirar uma vida além da sala de aula, cultivar um projeto de vida que ultrapasse suas metas profissionais. Cuidar de si antes de cuidar dos outros. Afinal ninguém nasce professor, faz-se professor no exercício da profissão e na profissionalização do seu saber.
Na humanização da educação é preciso desenvolver relações entre os sujeitos envolvidos e o conhecimento, sentido da educação.
Na relação destes sujeitos o professor tem um papel muito importante como espelho para os alunos. Um espelho precisa refletir uma imagem nítida para que aqueles que o olham possam ver refletido mais do que a realidade, vejam os sonhos, os projetos, a vida.
Cada um de nós precisa continuar sonhando, buscando crescer, melhorar a cada dia como pessoa e na busca da felicidade.
Nunca deixe de olhar para o reflexo de sua vida com paixão e esperança para que sua vida faça sentido e possa refletir nos outros esta mesma imagem.
Janete Cristiane Petry - janetepp@espacodomquixote.com.br
Psicopedagoga do Espaço Dom Quixote
Professores

PROFESSORES
28 de fevereiro de 2011
Na última sexta o Nenhum de Nós fez algo pouco usual para uma banda de rock: um show às 10:30h da manhã!!!
O motivo é mais do que honroso. Fomos tocar para professores (professoras na imensa maioria) da rede pública municipal de Canoas – que fica do lado de Porto Alegre. Uma bela iniciativa da secretaria da educação de Canoas e um presente para nós.
Os professores.
Minha lista de professores inesquecíveis é loooooonga e, com certeza, me esqueço dos nomes de alguns, mas não da sua importância para mim.
É o caso de minha professora da 4ª série. Eu estudava em uma escola pública e tinha dificuldades de aprendizado. Ia rodar… Acabei fazendo aulas particulares justamente com minha professora da escola mesmo. Todos os sábados pela manhã lá ia eu encontrá-la em seu apartamento. Ela me recebia sempre comendo uma banana. Não sei porque… Eu ficava muito impressionado com isso. Como ela gostava de bananas! No intervalo de nossa aula ela ia até a cozinha e voltava com duas bananas. Eu tentava degustá-la com a mesma paixão que ela. Acabei passando de ano. Nunca mais deixei de apreciar bananas. Não consegui guardar o nome dela.
Depois fui para um colégio de “padres”, o lassalista Nossa Senhora das Dores. Lá conheci o Sady e o Carlão.
Ali começou a longa lista. Wagner Dotto, o melhor professor de artes que já tive. Na na geografia, o professor Tolloti – que lembrava um pouco o Fred Flintstone. História, Miriam Diva e sua paixão por Napoleão. Física, o aloprado Nei Kissman. Na química, o implacável e dedicado Sérgio Borba. Na língua portuguesa o quase gaulês Romeu, e aquele que nos fazia ler e ler e ler Canali… Vera Kramer por suas pacientes aulas de biologia. Otávio Rojas por suas aulas de biologia, com pouca paciência…hehe. Ainda o Valmir, Matias, Norma, Wanderley, Lessa… tantos…
Mas existe um, em especial. O maior e melhor professor de MATEMÁTICA que eu já tive: o Emilião!
Ele era um dos irmãos lassalistas que morava na escola. Tinha uma paixão por ensinar e uma vontade desesperadora que nós aprendêssemos. Seu talento era incrível. O que parecia indecifrável – a matemática – ganhava clareza a cada aula sua. Ele era durão. Exigente. Não nos subestimava. Desafiava. Estava sempre disposto a explicar mais uma vez, mas não sem nos inspirar um certo medo. Era o preço por “mais uma vez” nos conduzir no rumo dessa clareza e nos colocar de pé onde antes engatinhávamos. Sua postura e atitude me servem de inspiração até hoje.
Professores deveriam ser apontados na rua como quem aponta um membro da realeza. Olha! Ali vai um professor.
Professores são, na minha opinião, o ponto mais alto dentro de uma escala imaginária que caracteriza nossa sociedade.
Infelizmente, não é assim. Bem pelo contrário.
Enquanto isso não mudar, não me sinto capaz de dizer que vivemos em uma sociedade civilizada.
Thedy Corrêa
Texto retirado do site: http://wp.clicrbs.com.br/astrothedy/?topo=77,1,1
Clarissa Paz de Menezes - clarissapp@espacodomquixote.com.br
Psicopedagoga do Espaço Dom Quixote
Tempo de voltar às aulas, tempo de prevenir

Professor: como está a sua voz?

Que o professor precisa utilizar a sua voz exaustivamente durante um dia de trabalho e que a realidade das salas de aula não favorece a acústica da voz, isso todo mundo sabe, mas é fundamental que o professor procure preservar a sua voz e se utilize de estratégias para evitar o desgaste demasiado.
Tomar muita água durante o dia é a dica de ouro para manter a voz saudável. O recomendado é 2 litros de água por dia, é preciso criar o costume de tomar água antes de sentir sede, pois quando temos a sensação de garganta seca é porque já passou da hora de se hidratar novamente.
Alguns hábitos nocivos também são prejudiciais para a nossa voz como o fumo e o álcool, mas há também alguns hábitos que falsamente auxiliam a voz como balas de gengibre, tossir ou pigarrear para “limpar” a voz, sussurrar. As balas podem trazer a sensação de anestesia para região laríngea, neste caso a pessoa não percebe o quanto pode estar prejudicando a sua voz. A tosse e o pigarro são movimentos rápidos das pregas vocais e se realizados frequentemente podem ocasionar lesões nesta região. Já o sussurro pode dar a falsa impressão de que estamos poupando a voz quando, na verdade, estamos modificando o movimento das pregas vocais, gerando cansaço e fadiga muscular. Evitar gritar e falar sem repouso durante muito tempo também é prejudicial.
Tomando estes cuidados, a voz se manterá saudável até o final do ano quando ela também merecidamente terá alguns momentos de descanso!
Fernanda Helena Kley – fernandafono@espacodomquixote.com.br
Fonoaudióloga do Espaço Dom Quixote
Professor(a): qual a tua embarcação?

Se vamos navegar, e disto não podemos nos omitir, precisamos escolher nossa embarcação. Podemos fazer nossa viagem em um navio, como aqueles que partem em esplêndidos e luxuosos cruzeiros, cheios de atrações e divertimentos. Nesta embarcação ninguém fica parado, todos estão em constante movimento e deslumbramento. Em cada andar um novo show, outro entretenimento, mais e novos passageiros/amigos. Precisamos nos acostumar rapidamente com este ritmo de viajar, afinal queremos aproveitar tudo, queremos conhecer tudo. Tudo acontece com muita euforia e frenesi. Ao final desta viagem muitas lembranças, muitas histórias para contar.
Talvez nossa viagem aconteça dentro de um bote salva-vidas. Não é menos emocionante, nem menos atrativo. Infelizmente o motivo de ser utilizado, normalmente, é para salvar quem está se afogando ou correndo perigo. Somos acionados quando o navio está afundando e, isto, normalmente acompanha a ansiedade, o medo, o abandono, a perda. Quem é socorrido pelo nosso bote salva-vidas não tem outra alternativa, se quiser sobreviver. Para nós fica o sentimento de salvadores da pátria, de tábua da salvação, tarefa que pode ser difícil de cumprir e impõe um fardo muito grande. E se o bote for pequeno, se ele não resistir ou se perder nestes mares?
Podemos também escolher viajar numa jangada ou numa canoa. Parece muito simples? Talvez seja, mas não é menos especial. Afinal, para se fazer uma jangada ou uma canoa é preciso muita técnica, muita experiência. Não se pode fazer uma embarcação de qualquer jeito. É preciso escolher a madeira certa, forte e resistente às intempéries e persistente nas calmarias. É preciso cortar esta madeira de forma correta e no tempo certo de seu amadurecimento. Não pode ser nem muito nova e nem muito velha, ela precisa ser/sentir-se jovem e experiente, capaz de moldar-se no formato necessário para ser uma excelente jangada ou canoa. A distância ou a velocidade serão imprimidas pelo navegador, podemos deslizar e saborear um passeio tranquilo ou podemos correr rapidamente por sobre as ondas para alcançar nosso destino, sem deixar de perceber a natureza a nossa volta, sentir a água bater em nosso rosto e experimentar as mais diferentes sensações.
Ser professor(a) é viajar, e nessa viagem levamos aqueles que conosco navegam por um ano, por um período ou pela vida toda. Cada um(a) escolhe a sua embarcação de acordo com a viagem e com as experiências que quer ter e levar pela vida. Independente da embarcação precisamos nos preparar para enfrentar todos os tipos de mares, pois eles estão em constante movimento e exigem de nós um olhar atento e preparo para conduzir a embarcação.
Como dizia Fernando Pessoa: Navegar é preciso..
Neste caso, viver também é preciso para poder tornar a viagem uma experiência para a nossa vida e a vida de quem conosco viaja. Navegar e viver são necessidades. Cabe-nos escolher como navegar e como viver.
Que seja da melhor forma, na melhor companhia e repleto de experiências.
Professor(a): navegue e viva todos os dias com determinação, paixão e sabedoria.
Parabéns a todos(as) os(as) professores(as) pela escolha de vida que fizeram e boa viagem!
Janete Cristiane Petry – janetepp@espacodomquixote.com.br
Psicopedagoga do Espaço Dom Quixote
Algumas questões sobre a Educação Infantil

Sobre as relações de aprendizagem na educação infantil
A criança é um ser único e social, que tem uma história, necessidades e desejos distintos e estes devem ser respeitados, sem se esquecer da principal necessidade da criança que é a interação e trocas com o meio social. Essas trocas, sejam com adultos ou crianças, são indispensáveis para o desenvolvimento da criança.
Sobre a relação professor/aluno
Os alunos na educação infantil aprendem através da relação, das trocas que estabelecem com os outros e com os objetos do conhecimento, sendo a mediação do professor fundamental para que a aprendizagem ocorra e para que avance em suas hipóteses e forma de conhecer o mundo. A criança precisa estabelecer um bom vínculo, sendo considerado para isto seu desenvolvimento afetivo, cognitivo, social, através de desafios adequados aos mesmos
Sobre a família na escola
A interação entre família e escola, torna-se extremamente importante para o desenvolvimento integral da criança, já que muitas passam mais tempo na escola devido aos compromissos e obrigações diárias das famílias, mas apesar disto, é necessária a participação integral e intensa da família no que se relaciona ao filho.
Sobre a rotina
A rotina diária torna-se importante, já que a criança está construindo sua identidade, necessita sentir-se segura, em vista disso, a escola deve desenvolver a rotina conforme as necessidades e o desenvolvimento de cada faixa etária, buscando em primeiro lugar o prazer de estar na escola e as oportunidades de aprender brincando
Sobre os projetos
A escola deve preocupar-se com o sujeito como um ser único e especial conhecendo-os como tal, e utilizar-se disso na hora de ensinar as crianças. A partir deste conhecimento da cultura e história do aluno, a equipe da escola, juntamente com a família, são desenvolvidos projetos que tornem o processo de ensino e aprendizagem mais prazeroso.
Sobre a inclusão
Define-se inclusão como a oportunidade de inserção no âmbito escolar e de acompanhamento das atividades cotidianas da classe, sendo o sujeito integrado e ativo em todas as atividades e relações de uma sala de aula. Para tanto, é necessário um olhar que veja este sujeito e a escola como um todo, considerando seus processos e singularidades.
Sobre a Psicopedagogia na Educação Infantil
A Psicopedagogia, com a proposta de perceber o sujeito como ator de um processo, no qual tudo e todos a sua volta estão envolvidos, ajuda o professor a perceber essa criança e lançar a ela um olhar investigativo, com o intuito de descobrir suas necessidades, para assim auxiliá-la na superação das dificuldades de aprendizagem e, principalmente, na prevenção das mesmas. A ação do psicopedagogo na escola oportuniza um espaço de reflexões, onde o professor poderá através de diálogos e estudos com o psicopedagogo repensar e adequar a sua prática de maneira a suprir as necessidades coletivas e individuais das crianças. Com esse olhar psicopedagógico, é possível perceber as necessidades de cada criança, além de perceber a escola como um todo, incluindo todos os participantes dessa escola como atuantes nas construções das crianças.
Clarissa Paz de Menezes – clarissapp@espacodomquixote.com.br
Psicopedagoga do Espaço Dom Quixote
Dificuldade na aprendizagem, TDAH, ou será dislexia?

A falta de interesse nas aulas, dificuldades de ler, escrever e soletrar letras pode significar mais do que “falta de vontade e preguiça”. Professores devem estar atentos ao comportamento dos alunos para poderem perceber as sutis diferenças entre um simples desinteresse ou algum distúrbio que pode estar impossibilitando o aprendizado da criança e/ou adolescente. Os sintomas podem ser de dislexia, distúrbio que afeta de 10 a 15% da população mundial, de acordo com informações da Associação Brasileira de Dislexia (ABD).
Alunos com dislexia são confundidos, frequentemente, com alunos com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), preguiça, agitação ou falta de força de vontade. Seus sintomas passam muitas vezes despercebidos nas salas de aula. No entanto, não devemos generalizar as dificuldades, pois nem todo aluno que tem problemas com a leitura tem dislexia.
Um diagnóstico correto requer uma equipe multidisciplinar, envolvendo psicopedagogo, fonoaudiólogo, psiquiatra infantil e da adolescência, psicólogo, oftalmologista e otorrinolaringologista (para avaliação audiométrica). Devido ao professor estar com o aluno por um longo período a cada dia, cabe a ele o papel de discutir com a coordenação e os pais as dificuldades do aluno, encaminhando-o ao psicopedagogo para uma avaliação mais criteriosa.
Identificar o transtorno e fazer o encaminhamento para equipe multiprofissional habilitada é o passo inicial e fundamental para que esse aluno desde cedo não se sinta um fracassado, um impotente, ou alguém reconhecido como “aquele que não quer nada com a vida”.
Freqüentemente recebemos crianças e adolescentes que chegam até o ensino médio sem receber um diagnóstico preciso e tratamento adequado, o que compromete significativamente o aprendizado e a vida pessoal do aluno em todos os setores, agravando muito o seu prognóstico, pois junto com o fracasso escolar encontramos a baixa autoestima, dificuldades para se expressar e falta de confiança em si mesmo. Portanto, caso tenha ficado uma “pulguinha atrás da orelha” ao ler este texto e lembrar de alguma criança ou adolescente com sintomas semelhantes, vale a pena encaminhar para uma avaliação com uma psicopedagoga ou psicóloga para diferenciarmos o que pode ser da ordem afetiva e o que pode ser de ordem cognitiva.
Fabíola Scherer Cortezia – fabiola@espacodomquixote.com.br
Psicóloga do Espaço Dom quixote
Oficina de Brincadeiras que desenvolvem

“Brincar é como um rio que corre e nós adultos somos as margens que servem para ele correr, é uma força da natureza, não podemos ensinar para a água, ela corre por si.” Amarante (2009)
Estas oficinas possuem como foco atividades, jogos e brincadeiras que promovam o auxílio na vivência plena da infância; permitindo que pais curtam mais o tempo com seus filhos e que educadores consigam desenvolver ainda mais seus alunos, focando na concentração, limites e noção de estrutura corporal e ambiental.
FIQUE ATENTO!
30 de Março: culinária divertida
20 de Abril: brinquedos com sucata
25 de Maio: brincando com os sentidos e as palavras
22 de Junho: atividades para acalmar
PÚBLICO ALVO: pais, educadores, cuidadores
HORÁRIO: 19h
INVESTIMENTO: 1 oficina - R$ 30,00 / Pacote com 4 oficinas - R$ 100,00
As oficinas acontecem uma vez por mês e você pode optar por fazer apenas uma delas ou o pacote todo, por um valor mais acessível! Para se inscrever, entre em contato conosco pelo fone 3037.7167 ou pelo e-mail recepcao@espacodomquixote.com.br
Inclusão de alunos com deficiência em sala de aula

Mais um ano letivo se inicia e com isso novos alunos chegam. Cada qual com sua individualidade e necessidade. Alguns necessitam de um olhar mais específico e um auxílio maior para realizar as atividades propostas de sala de aula.
Atualmente, os alunos com deficiência estão passando uma crescente parte de seus dias incluídos em salas de aula regulares. No entanto, o ambiente escolar continua inacessível para esses alunos com deficiências físicas ou sensoriais. O professor deve ficar atento à participação ativa e passiva desse aluno.
A participação ativa envolve manipular materiais de aprendizado, fazer escolhas, interagir com os professores e colegas. Enquanto na participação passiva o aluno permite que outro colega tome decisão por ele, complete suas tarefas, ficando inativo no ambiente escolar.
O professor deve tomar cuidado na hora escolher suas atividades a modo de poder adaptá-las à necessidade não só da turma, mas também do aluno especial que está inserido nesse contexto.
Além de proporcionar o ensinamento de conteúdo, o professor estará trabalhando conceitos de cidadania, respeito, coleguismo, união, quebrando pré-conceitos, além de proporcionar o crescendo individual de cada criança para o futuro.
O professor que ainda não se sente preparado a trabalhar com tantas diferenças, pode começar se questionando como está a participação de cada aluno nas áreas abordadas em sala de aula. Depois, pode refletir o quanto o aluno com deficiência necessita de auxílio para realizar suas tarefas em aula
Concluído esse pensamento, você professor pode solicitar auxílio de um profissional que ajude no andamento da turma e do aluno especial. Assim, todos serão incluídos de forma integral dentro de suas necessidades e o professor se sentirá mais tranqüilo em seguir seus projetos com auxílio e cooperação dos alunos, dentro e fora de sala de aula.
Cada deficiência tem um tipo de absorção maior do conteúdo, por exemplo, alunos com deficiência auditiva, não percebem o som com tanta clareza, os deficientes visuais, lêem com as pontas dos dedos, os deficientes físicos podem jogar e brincar com sua imaginação.
Leve seus alunos para passear em um jardim sensorial, por exemplo, e permita que eles explorem seus sentimentos e atitudes. Em meio a sons, cheiros e texturas diferentes as crianças podem explorar, através de trilhas, o contato com o ambiente, podem experimentar angústias, surpresas, alegres, medos e tranqüilidade!
Priscila Straatmann
Terapeuta Ocupacional e Psicomotricista do Espaço Dom Quixote
ESPAÇO DOM QUIXOTE COM AGENDA LOTADA!
Workshop para Jornadas Pedagógicas











