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Ambientoterapia
on 6 de julho de 2013
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Ambientoterapia,
Espaço Dom Quixote
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2º Encontro de professores e equipe da Ambientoterapia
on 27 de outubro de 2012
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Ambientoterapia,
oficinas,
professores
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OFICINA:
“PRÁTICAS
INCLUSIVAS”
“A diferença não pede tolerância, respeito ou
boa-vontade. A diferença, desrespeitosamente, simplesmente difere.”
(SILVA, 2002, p. 66)
Foi realizado no dia 20 de
outubro (sábado pela manhã) o 2º encontro de professores e equipe da Ambientoterapia. Foi um momento de ótimas trocas de
experiências, que enriquecerá com certeza os nossos saberes e
práticas.
O Espaço Dom Quixote agradece a todas as escolas participantes!
Profissionais que coordenaram a oficina:
- Caroline Ciceri - Psicóloga;
- Fabíola Scherer Cortezia - Psicóloga com Especialidade em Infância e Adolescência
- Fernanda Soares Fernandes - Psicóloga com Especialidade em Psicologia Clínica (TCC) e Coordenadora da Ambienoterapia
- Janete C. Petry - Psicopedagoga com Especialidade em Processos de Aprendizagem.
Ambientoterapia
on 7 de julho de 2012
Marcadores:
Ambientoterapia,
Espaço Dom Quixote
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Capacitação para professores sobre Inclusão
on 14 de março de 2012
Marcadores:
Ambientoterapia,
cursos,
inclusão
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No sábado, dia 10 de março, o Espaço Dom Quixote promoveu uma capacitação para os professores e coordenadores pedagógicos das crianças atendidas no grupo de Ambientoterapia do Espaço.
Foi uma manhã de muitas informações e discussões a respeito do processo de inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais.
As profissionais do Espaço Dom Quixote explanaram sobre como as escolas devem se preparar para receber os alunos de inclusão, qual deve ser a metodologia utilizada e qual o papel do professor neste processo. Também foi explicado o que é Ambientoterapia e como este grupo ocorre.
O estreitamento das relações entre escola e profissional especialista beneficia o aluno, auxiliando-o tanto no ambiente escolar quanto no clínico.
Veja fotos do encontro:


Para mais informações sobre a Ambientoterapia, acesse o link:
Espaço Dom Quixote na Zero Hora
on 13 de setembro de 2011
Marcadores:
Ambientoterapia,
autismo
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No dia 12 de setembro, o jornal Zero Hora publicou uma reportagem no Caderno Meu Filho sobre o grupo de ambientoterapia realizado por nossa equipe.
A seguir o texto:
O AMBIENTE COMO TERAPIA: crianças autistas apresentam melhoras com um tratamento baseado em experiências cotidianas.
Um tratamento baseado nas experiências com o próprio ambiente está trazendo alívio para crianças e familiares que transitam no enigmático universo autista: a ambientoterapia, na qual profissionais estimulam o desenvolvimento e a socialização infantil. Os benefícios da técnica foram avaliados na pesquisa realizada de uma clínica especializada e apresentados no Congresso Internacional de Autismo, em Curitiba, no fim do mês passado.
- Temos tido resultados eficazes. Em vez do tratamento convencional, em que há um profissional para cada criança, há várias crianças e vários profissionais interagindo constantemente - explica a psicóloga Fabíola Scherer Cortezia, responsável pelo Espaço Dom Quixote, de São Leopoldo, que fez o estudo.
Seis crianças foram acompanhadas por um ano, duas vezes por semana, três horas por dia, de forma transdisciplinar por psicóloga, psicopedagoga, terapeuta ocupacional, psicomotricista, fonoaudióloga e musicoterapeuta.
A pesquisa aponta que as seis crianças demonstraram, após dois meses, maior tempo de troca de olhares com os profissionais estimuladores, incremento no vocabulário, maior tolerância ao barulho e menor agressividade. Após seis meses, foi possível perceber também maior tolerância à mudança de rotina e sinais de troca e interação social espontânea entre as crianças do grupo. Depois de 12 meses, os benefícios continuaram.
- Buscamos estimular a interação da criança com outros colegas e não apenas a interação com o terapeuta. Há também a vantagem de que simulamos o ambiente com os pacientes, preparando-os para o convívio social por meio de atividades usuais do cotidiano, como passeios, lanches, brincadeiras em grupo, atividades pedagógicas e motoras - explica Fabíola.
O chefe da Unidade de Neuropediatria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rudimar dos Santos Riesgo, explica que a ambientoterapia pode ser um tratamento eficaz porque atinge a interação social, elemento central do desenvolvimento humano, mas que, no autista, é uma das principais dificuldades encontradas. Isso compromete o estado emocional, as trocas afetivas, o desenvolvimento da linguagem e as estruturas de aprendizagem.
É cedo para comemorar, porque a causa ainda é desconhecida e a maioria dos tratamentos sequer tem comprovação científica. Mas, aos poucos, as pesquisas estão avançando. Já se sabe que há o componente genético e está se estudando a influência de fatores orgânicos - afirma.
O autismo também pode ser tratado por meio da psicanálise.
- A diferença é que a psicanálise não considera padrões de normalidade, e sim pela diferença. Ela enxerga o autismo como um isolamento do mundo, uma proteção, uma defesa - observa a psicóloga Rosane Padilha, doutora na área pela Paris VII, que está ministrando, na Capital, o Atelier de Psicanálise do Autismo, para profissionais que lidam com esses pacientes.
A seguir o texto:
O AMBIENTE COMO TERAPIA: crianças autistas apresentam melhoras com um tratamento baseado em experiências cotidianas.
Um tratamento baseado nas experiências com o próprio ambiente está trazendo alívio para crianças e familiares que transitam no enigmático universo autista: a ambientoterapia, na qual profissionais estimulam o desenvolvimento e a socialização infantil. Os benefícios da técnica foram avaliados na pesquisa realizada de uma clínica especializada e apresentados no Congresso Internacional de Autismo, em Curitiba, no fim do mês passado.
- Temos tido resultados eficazes. Em vez do tratamento convencional, em que há um profissional para cada criança, há várias crianças e vários profissionais interagindo constantemente - explica a psicóloga Fabíola Scherer Cortezia, responsável pelo Espaço Dom Quixote, de São Leopoldo, que fez o estudo.
Seis crianças foram acompanhadas por um ano, duas vezes por semana, três horas por dia, de forma transdisciplinar por psicóloga, psicopedagoga, terapeuta ocupacional, psicomotricista, fonoaudióloga e musicoterapeuta.
A pesquisa aponta que as seis crianças demonstraram, após dois meses, maior tempo de troca de olhares com os profissionais estimuladores, incremento no vocabulário, maior tolerância ao barulho e menor agressividade. Após seis meses, foi possível perceber também maior tolerância à mudança de rotina e sinais de troca e interação social espontânea entre as crianças do grupo. Depois de 12 meses, os benefícios continuaram.
- Buscamos estimular a interação da criança com outros colegas e não apenas a interação com o terapeuta. Há também a vantagem de que simulamos o ambiente com os pacientes, preparando-os para o convívio social por meio de atividades usuais do cotidiano, como passeios, lanches, brincadeiras em grupo, atividades pedagógicas e motoras - explica Fabíola.
O chefe da Unidade de Neuropediatria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rudimar dos Santos Riesgo, explica que a ambientoterapia pode ser um tratamento eficaz porque atinge a interação social, elemento central do desenvolvimento humano, mas que, no autista, é uma das principais dificuldades encontradas. Isso compromete o estado emocional, as trocas afetivas, o desenvolvimento da linguagem e as estruturas de aprendizagem.
É cedo para comemorar, porque a causa ainda é desconhecida e a maioria dos tratamentos sequer tem comprovação científica. Mas, aos poucos, as pesquisas estão avançando. Já se sabe que há o componente genético e está se estudando a influência de fatores orgânicos - afirma.
O autismo também pode ser tratado por meio da psicanálise.
- A diferença é que a psicanálise não considera padrões de normalidade, e sim pela diferença. Ela enxerga o autismo como um isolamento do mundo, uma proteção, uma defesa - observa a psicóloga Rosane Padilha, doutora na área pela Paris VII, que está ministrando, na Capital, o Atelier de Psicanálise do Autismo, para profissionais que lidam com esses pacientes.
Novidades sobre Autismo
on 1 de setembro de 2011
Marcadores:
Ambientoterapia,
autismo
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No dia 26 de agosto a equipe do Espaço Dom Quixote esteve no Congresso Internacional de Autismo em Curitiba para apresentar a pesquisa sobre Autismo e o tratamento de Ambientoterapia. Nada mais nada menos do que a especialista no assunto Lasnick esteve presente assistindo a nossa apresentação. O psicanalista Jerusalinsky também deu uma “espiadinha” em nossa apresentação! Uma honra para nós sermos prestigiados por esses reconhecidos pesquisadores do assunto.
Nossa participação foi um sucesso, muitos participantes pediram o contato do Espaço e nossos e-mails para pedir dicas, materiais e sugestões.
A equipe do Espaço está de parabéns pela participação no evento e pelo trabalho realizado, pois só conseguimos atingir esses resultados com o trabalho árduo de toda a equipe de ambientoterapia do Espaço, juntamente com as outras profissionais que muitas vezes nos dão uma mãozinha no dia-a-dia.
Parabéns a todas nós e que venham muitos outros eventos pela frente!
Como trouxemos muitas novidades sobre o assunto: descobertas na área de neurociência, intervenções e práticas realizadas na França, Itália, Estados Unidos, pretendemos transmitir um pouco do conhecimento que adquirimos nesses quatro intensos dias de congresso! Para tanto, o Espaço Dom Quixote estará oferecendo um Seminário com NOVIDADES SOBRE AUTISMO no dia 1º de outubro, das 8h às 14h. Psicóloga, psicopedagoga, musicoterapeuta, terapeuta ocupacional e psicomotricista estarão apresentando as mais recentes descobertas e práticas na área de autismo da atualidade. Vale a pena conferir! Entre em contato conosco e reserve já a sua vaga!

Nossa participação foi um sucesso, muitos participantes pediram o contato do Espaço e nossos e-mails para pedir dicas, materiais e sugestões.
A equipe do Espaço está de parabéns pela participação no evento e pelo trabalho realizado, pois só conseguimos atingir esses resultados com o trabalho árduo de toda a equipe de ambientoterapia do Espaço, juntamente com as outras profissionais que muitas vezes nos dão uma mãozinha no dia-a-dia.
Parabéns a todas nós e que venham muitos outros eventos pela frente!
Como trouxemos muitas novidades sobre o assunto: descobertas na área de neurociência, intervenções e práticas realizadas na França, Itália, Estados Unidos, pretendemos transmitir um pouco do conhecimento que adquirimos nesses quatro intensos dias de congresso! Para tanto, o Espaço Dom Quixote estará oferecendo um Seminário com NOVIDADES SOBRE AUTISMO no dia 1º de outubro, das 8h às 14h. Psicóloga, psicopedagoga, musicoterapeuta, terapeuta ocupacional e psicomotricista estarão apresentando as mais recentes descobertas e práticas na área de autismo da atualidade. Vale a pena conferir! Entre em contato conosco e reserve já a sua vaga!
Pesquisa aponta os progressos alcançados através da estimulação de crianças autistas
on 23 de agosto de 2011
Marcadores:
Ambientoterapia,
autismo
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A equipe da ambientoterapia do Espaço Dom Quixote está, nesta semana, no Congresso Internacional de Autismo em Curitiba, apresentando uma pesquisa que vem sendo realizada pelo Espaço há cerca de 1 ano e meio. A pesquisa avalia os benefícios da estimulação precoce em crianças com espectro autista. O objetivo da pesquisa foi avaliar o efeito da ambientoterapia (tratamento de estimulação e terapia transdisciplinar em grupo) em crianças com espectro autista de 3 a 7 anos de idade. As crianças com espectro autista foram acompanhadas durante o período de um ano, duas vezes por semana, três horas por dia, de forma transdisciplinar por psicóloga, psicopedagoga, terapeuta ocupacional, psicomotricista, fonoaudióloga e musicoterapeuta.
A pesquisa aponta progressos significativos durante o processo de tratamento, maior tempo de troca de olhares com os profissionais estimuladores, aumento de palavras em seu vocabulário, maior tolerância ao barulho, menor agressividade. A interação social, o início de construção frasal e maior capacidade de tolerância à troca de rotina no ambiente puderam ser medidas através da observação das crianças e do relato de seus cuidadores.
Este estudo é uma esperança para pais de crianças autistas, pois faz-nos perceber que a estimulação e terapia em grupo, de forma transdisciplinar (profissionais de diversas áreas trabalhando juntos sistematicamente) auxiliam no desenvolvimento de crianças com espectro autista, podendo facilitar a interação social e o aprendizado tanto dentro quanto fora do ambiente terapêutico, tanto na rede regular de ensino quanto nas relações familiares e sociais. Encontros sistemáticos com os pais também auxiliam na forma como a família percebe o sujeito com espectro autista, diminuindo a superproteção e aumentando a quantidade de estímulos e trocas interacionais. As mesmas crianças seguem em atendimento e a pesquisa segue sendo realizada em busca de dados a mais longo prazo, a fim de mensurar os progressos alcançados pelas crianças com espectro autista que iniciam tratamento de estimulação com a ambientoterapia antes dos 8 anos de idade.
Quer saber mais sobre a Ambientoterapia? Entre em contato conosco.


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