
Quando Procurar um Fonoaudiólogo???

Espaço Dom Quixote esperando o Papai Noel





É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.
O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração. Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO, é o que o ESPAÇO DOM QUIXOTE deseja à todos vocês!!!!
Curso: O Cuidado com o Cuidador

Dia do Fonoaudiólogo

Dia 09 de dezembro é o dia do FONOAUDIÓLOGO, data importante para todos estes profissionais que atuam em diferentes áreas auxiliando desde bebês até idosos. Muitas pessoas necessitam de um fonoaudiólogo e se beneficiam do acompanhamento deste profissional.
Fonoaudióloga do Espaço Dom Quixote
Será que meu filho tem Déficit de Atenção e Hiperatividade?

Anorexia nervosa na Infância e Adolescência

A birra e os limites na infância

Diariamente ouvimos falar na dificuldade de pais e professores em gerenciarem limites em relação às crianças, principalmente diante da “birra dos pequeninos”. Alguns, movidos pela “culpa”, em função do pouco tempo reservado aos filhos, acabam por fazer concessões que podem desfavorecer o aprendizado de regras importantes. Muitos de nós acabamos confundindo afeto com excesso de permissividade.
A figura da autoridade dos pais e professores constitui-se em base importante para a introjeção de regras sociais e o limite estabelecido na infância é imprescindível para que o ser humano adquira capacidade de tolerância à frustração.
Em primeiro lugar, é necessário definir quais limites se deseja estabelecer, ou seja, o que “pode” e o que “não pode” ser feito, o que é preciso proibir, quais regras vale a pena estipular ou não. Uma vez estabelecidos quais limites respeitar (horário de dormir, das refeições, das saídas com amigos), é necessário explicitá-los por meio de uma conversa, deixando claras quais conseqüências se seguirão ao seu descumprimento. Qualquer limite deve ser o mais claro possível, de modo a eliminar qualquer ambigüidade, para que a criança compreenda o que pode e o que não pode.
É importante agir com firmeza e sem hesitação. Uma criança identifica quando um “não” pode ser um “talvez” e, nesse caso, não irá cumprir o estipulado. Pais e professores inseguros em suas decisões geram crianças que testam suas possibilidades. A palavra “consistência” é fundamental na aplicação de limites, pois quando se define que algo não pode ser feito, a regra não deve ser “furada” de acordo com o bom humor do responsável pela criança e novas regras não devem ser estipuladas baseadas no mau humor de quem as aplica. Os pais devem ser um modelo de comportamento para os filhos, não valendo o famoso: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
As crianças não ficam infelizes com a imposição de limites; pelo contrário, sentem-se mais seguras! Pais que não toleram a frustração momentânea de seus filhos ensinam que deve-se obter tudo o que se deseja a qualquer custo e que qualquer sofrimento é intolerável. Uma regra não deve ser quebrada porque a criança teve alguma reação negativa, já que é natural que ela teste os limites e é função do adulto manter o que foi combinado anteriormente.
Os pequenos devem ser incentivados a cumprir acordos. Mais e melhor do que punir o inadequado, é reforçar o que é adequado com um gostoso elogio! Em caso de necessidade, vale a orientação de sempre: procure um profissional especializado para ajudá-lo!
Curso de sábado no Espaço Dom Quixote




Curso para Gestantes

DATA: 19 e 20 de janeiro de 2010
HORÁRIO: 18h30min às 21h30min
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- A responsabilidade de ser mãe;
- Parto e Pós-parto: dicas para facilitar a recuperação da recém-mamãe;
- Adaptação à chegada do bebê e aos novos papéis familiares;
- Desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo do bebê;
- Amamentação, dificuldades dos primeiros dias, necessidades básicas do bebê;
- Saúde da gestante e da lactante: alimentação, cuidados, atividades físicas;
- Higiene, banho, umbigo, troca de fraldas, sono, passeios, colo, rotinas do bebê.
INVESTIMENTO: R$ 100,00 com direito a trazer 1 acompanhante (pai, babá, avó, cuidador).
INSCRIÇÕES: até 23/12/09 pelo fone 3037.7167 ou no local.
Influência dos pais no estilo de vida e no excesso de peso dos jovens
Mudanças no estilo de vida têm afetado indivíduos de todas as faixas etárias, e atualmente nosso estilo de vida caracteriza-se pelo sedentarismo e por hábitos alimentares inadequados, com alta ingestão de alimentos pobres em nutrientes e ricos em gordura, açúcar e sódio. Tais condutas levam ao desenvolvimento das tão faladas Doenças Crônicas Não Transmissíveis, dentre as quais podemos citar: hipertensão (pressão alta), diabetes, doença renal crônica, doenças vasculares, dislipidemias (um nome um tanto assustador que designa simplesmente a alteração nos níveis de gordura no sangue, como por exemplo, o aumento nos níveis de colesterol ou triglicerídeos) e, é claro, a OBESIDADE.
Esta doença, de causas extremamente complexas, exige um longo e sério tratamento, não menos complexo do que as causas que a originaram. E é por este motivo, e por sua ampla progressão (que já não escolhe idade, sexo ou classe econômica), que a obesidade é atualmente considerada uma epidemia mundial.
O aumento nos índices de obesidade ocorre de maneira mais expressiva desde a década de 80 e, no Brasil, a prevalência da epidemia subiu de 2,9% em 1974/75 para 13,1% em 1996/97 entre jovens do sexo masculino, e de 5,3% para 14,8% entre jovens do sexo feminino¹. Ou seja, a prevalência de obesidade triplicou entre nossas crianças e adolescentes em apenas duas décadas!O aumento foi mais significativo nas áreas urbanas, algo facilmente compreensível pelo sedentarismo exacerbado, pela constante e massiva influência da mídia e também pelo acesso facilitado aos mais diversos tipos de tecnologia e também aos alimentos de consumo rápido (“fast food”), em geral de alto valor calórico.
Um recente artigo de revisão, escrito por Ferrari (2009)2, constatou que a prevalência de sobrepeso e obesidade em pré-escolares no Brasil varia de 3,3 a 3,6%; em escolares varia de 7,4 a 53,3% e nos adolescentes varia de 9% a 45,4%. Assustador, não?
Entretanto, é preciso que tenhamos bem claro que existem inúmeros agentes que influenciam no estilo de vida dos jovens, sendo que os principais são: os pais, a escola, o grupo de convívio social e a mídia. Oportunamente falaremos de cada um deles, mas hoje gostaria de mostrar como os filhos podem realmente ser um “reflexo” dos pais:
Em estudo recente (Petroski & Pelegrini, 2009)3, percebeu-se que as mães de adolescentes com alto percentual de gordura corporal possuíam maior IMC* e índices duas vezes maiores de sobrepeso do que as mães de adolescentes com baixo percentual de gordura corporal. Já os pais dos adolescentes com alto percentual de gordura apresentaram prevalência duas vezes maior de excesso de peso (sobrepeso ou obesidade) do que os pais dos jovens com gordura corporal baixa. Estudos anteriores já demonstraram haver relação entre o IMC dos pais e o IMC dos filhos, bem como o aumento de chances de o/a filho/a desenvolver sobrepeso/obesidade caso possua um ou os dois pais com excesso de peso.4,5,6 Ou seja, é perceptível a influência dos hábitos de vida dos pais, bem como a constituição física que deles resulta, na composição corporal e no ganho excessivo de peso dos filhos.
Isso demonstra claramente a importância de se buscar orientações e educação alimentar adequada desde a faixa etária mais precoce, de modo que a criança ou jovem atinja todo o seu potencial de crescimento e desenvolvimento, sofrendo o mínimo possível com os eventuais impactos negativos que agentes externos possam lhe causar. É de extrema relevância também que os pais participem do tratamento do jovem, contribuindo no maior entendimento das causas/da origem do distúrbio, e que modifiquem seus hábitos junto com os filhos, de modo que a mudança de estilo de vida e a melhora da qualidade de vida ocorra para toda a família.
*O Índice de Massa Corporal estabelece uma razão entre o peso e a altura da pessoa. É calculado dividindo-se o peso (em kg) da pessoa pela altura (em metros) e novamente pela altura (em metros). Valor de IMC maior de 25 kg/m² indica sobrepeso e maior de 30 kg/m² indica obesidade.
Débora Kilpp
Nutricionista do Espaço Dom Quixote
Referências bibliográficas:
1 – WANG, Y; MONTEIRO, C; POPKIN, B. Trends of obesity and underweight in older children and adolescents in the United States, Brazil, China, and Russia. Am J Clin Nutr 2002;75:971–7.
2 – FERRARI, HG. Panorama da obesidade em crianças e adolescentes brasileiros: revisão dos últimos 10 anos. Pediatria (São Paulo) 2009; 31(1):58-70.
3 - PETROSKI EL, PELEGRINI, A. Associação entre o estilo de vida dos pais e a composição corporal dos filhos adolescentes. Rev Paul Pediatr 2009;27(1):48-52.
4 - LI et al. Intergenerational influences on childhood body mass index: the
effect of parental body mass index trajectories. Am J Clin Nutr 2009;89:551–7.
5- BEHRMAN, RI; KLIEGMAN, R. Nelson Princípios de Pediatria. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ganabara Koogan S.A., 1994.
6 - RAMOS, AMPP; FILHO, AAB. Prevalência da obesidade em adolescentes de Bragança Paulista e sua relação com a obesidade dos pais. Arq Bras Endocrinol Metab (São Paulo), 2003; 47(6):663-668.
Bullying – Brincadeiras que machucam a alma

Todos os dias, alunos no mundo inteiro sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de brincadeira: risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos maldosos, etc. Todo mundo já testemunhou uma dessas “brincadeirinhas” ou foi vítima delas, que recebe o nome de bullying (“bully”, quer dizer brigão, tirano). São atitudes agressivas intencionais e repetitivas com o desejo de maltratar uma pessoa e colocá-la sob tensão.
Uma criança que sofre bullying na escola tenderá a sentimentos negativos com possibilidade de tornar-se um adulto com problemas de relacionamento, tomado de um comportamento agressivo, continuar sofrendo ou começar a praticar o mesmo para tentar se defender.
É uma questão social e educacional de relações de poder. Interfere na autoestima, e qualquer um com características específicas (timidez, insegurança, diferenças físicas, culturais ou raciais) tornam-se alvos facilmente.
Não são poucas as vítimas do bullying que, por medo ou vergonha, sofrem em silêncio. Além de haver alguns casos com desfechos trágicos, esse tipo de prática também está preocupando por atingir faixas etárias cada vez mais baixas, como crianças dos primeiros anos da escolarização.
Para quem é vítima de algum desses tipos de humilhação, a saída é “se abrir”, ou seja, procurar ajuda, começando pelos próprios pais. E quem tem um filho passando por esse problema precisa mostrar-se disponível para ouvi-lo. Nunca se deve aconselhá-lo a revidar a agressão; mas, sim, esclarecer que ele não é culpado pelo que está acontecendo, pois é uma questão de respeito às diferenças individuais que se aprende em família.
Andréa de Espíndola
Psicóloga e psicomotricista do Espaço Dom Quixote
A comunicação na infância

A comunicação é uma característica humana que pode ser observada ao longo de toda a vida e que ocorre principalmente através da capacidade de falar, ouvir, ler e escrever. A linguagem é uma habilidade imprescindível para que a comunicação ocorra e permite que o homem se comunique e se integre social e culturalmente. Porém há situações em que a comunicação é prejudicada em função de uma alteração na linguagem.
Na infância, essas alterações geralmente estão relacionadas a um atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Nestes casos, verifica-se que a criança demora mais para começar a falar, fala pouco, apresenta um vocabulário reduzido ou constrói apenas frases curtas e simples. Este quadro pode estar ligado a aspectos neurológicos e psiquiátricos, como nos casos de síndrome de Down, paralisia cerebral e autismo, entre outros.
É considerado adequado que, por volta dos 12 meses (1 ano), a criança inicie a produção das primeiras palavras e, até os 18 meses (1 ano e 6 meses), tenha um vocabulário de cerca de 50 palavras. Em casos de alteração de linguagem, pode haver um atraso nesta aquisição, o que serve de alerta para pais, professores e pediatras que ao perceberem algum atraso ou alteração na linguagem oral devem procurar atendimento especializado para a criança, pois a estimulação da linguagem é essencial nestes casos.
O tratamento é realizado por um fonoaudiólogo e deve ser iniciado o quanto antes, aproveitando-se o período de desenvolvimento lingüístico, possibilitando que a criança desenvolva a sua linguagem, tanto a compreensão como a expressão, e melhore suas habilidades para uma comunicação eficiente, podendo expor suas opiniões e vontades.
Dá pra passar de ano?
Chegou o boletim do segundo trimestre e junto com ele notas e conceitos que apavoram os pais, além de recomendações da professora de que é preciso muito esforço para conseguir vencer as dificuldades e não reprovar de ano. Pais e filhos se dão conta de que o problema é sério e é preciso buscar ajuda. Mas por que o filho ou aluno não está aprendendo? Para a professora e psicóloga Fabíola Scherer Cortezia, do Espaço Dom Quixote, de São Leopoldo, a aprendizagem escolar também é considerada um processo natural, que resulta de uma complexa atividade mental, na qual pensamento, percepção, emoções, memória, motricidade e conhecimentos prévios estão envolvidos e em que a criança e o adolescente deve sentir o prazer em aprender.
Cartilha rápida para pais, professores e alunos
- pais, dêem o exemplo, estudando e lendo na frente de seus filhos;
- pais e professores despertem nas crianças o desejo de crescer, aprender e progredir;
- diálogo, muito diálogo para entender o que está acontecendo;
- críticas vazias do tipo: "preguiçoso e bagunceiro" somente reforça o rótulo do sujeito e não auxilia em nada, então é muito mais interessante o incentivo e a ajuda.
- estabelecer regras claras: hora para estudar, hora para brincar e sair com os amigos: se não tiver estudo, não há brincadeiras e idas a casa do amigo.
- buscar auxílio de um profissional da área da saúde e educação para diagnosticar onde está o problema e como solucioná-lo.
- À garotada, os profissionais também dão dicas importantes: vale a pena se esforçar um pouco mais nesta reta final para não perder o ano!
Caderno Viver com Saúde destaca Espaço Dom Quixote

Curso Desafios da Educação Infantil - 24/10/2009

Fotos da palestra sobre limites
Vejam as fotos do evento!

Mini curso: Fundamentos, Avaliação e Tratamento Fonológico
• Publico Alvo – Fonoaudiólogos e acadêmicos de fonoaudiologia.
• Turma – vagas limitadas
• Investimento – R$ 80,00
• Carga Horária – 11h/aula – com emissão de certificado
• Horário
6/11 – das18h às 21h (Sexta feira) e
7/11 – das 8h às 12h e 13h às 17h (Sábado)
Ministrante: Fga. Ananda Ramos, Mestranda em Lingüística Aplicada pela PUCRS – CRFa 9206/RS. !
Conteúdo Programático:
• Aquisição Fonológica Típica e Atípica;
• Avaliação Fonológica - coleta e análise dos resultados;
• Tratamento - estudo de caso, modelos de terapias, material.
A inscrição deverá ser feita pessoalmente no Espaço Dom Quixote ou através de depósito bancário, impreterivelmente até o dia 02 de novembro. Os dados para a efetivação da inscrição serão fornecidos por telefone ou e-mail: recepcao@espacodomquixote.com.br.
Grupo para adolescentes: auto-estima e reeducação alimentar

O grupo ocorre às terças-feiras, das 17h30min às 18h30min. Inscrições e informações pelo fone 51 3037.7167.
Gurias, não adianta só malhar, é preciso saber se alimentar adequadamente e se sentir bonita por dentro e por fora para enfrentar o verão que logo estará chegando!
Vagas limitadas para o curso "Uma visão transdisciplinar dos distúrbios na infância"
O Espaço Dom Quixote promove curso
UMA VISÃO TRANSDISCIPLINAR DOS DISTÚRBIOS NA INFÂNCIA
Objetivo: Colaborar com o entendimento dos distúrbios na infância, através de uma visão transdisciplinar, compreendendo a criança como um sujeito biopsicosocial, oferecendo aos profissionais da saúde e educação e aos pais um entendimento a respeito destes transtornos e dicas de um manejo apropriado para cada situação.
Público alvo: educadores, profissionais da área da saúde e pais
Datas: quintas-feiras - 05/11/09, 12/11/09, 19/11/09, 26/11/09 e 03/12/09
Horário: 19h às 21h
Turma: vagas limitadas
Investimento: R$ 100,00
Carga horária: 10 h/aula - com emissão de certificado
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
PSICOLOGIA: Fobias, autismo, déficit de atenção e hiperatividade, transtornos afetivos.
PSICOPEDAGOGIA: Transtornos de Aprendizagem: dislexia, TDAH.
NUTRIÇÃO: Distúrbios relacionados a alimentação inadequada: obesidade, anemia, alimentação inadequada.
FONOAUDIOLOGIA: Desvios fonológicos e intervenção de consciência fonológica.
PSICOMOTRICIDADE: Formas de estimular a criança para superação de suas limitações.
A inscrição deverá ser feita pessoalmente no Espaço Dom Quixote ou através de depósito bancário, impreterivelmente até 03 de novembro. Os dados para efetivação da inscrição serão fornecidos por telefone ou pelo e-mail recepcao@espacodomquixote.com.br
Dom quixote promove curso para educadores e profissionais da saúde
DATA: 24/10/09, 14/11/09 e 28/11/09 - sábados, das 8h às 12h e das 13h às 17h
INVESTIMENTO: R$ 150,00
INSCRIÇÕES: até 20 de outubro pelo fone 3037-7167 ou Rua São Caetano, 1041 - Centro -São Leopoldo
VAGAS LIMITADAS!
Fornecemos certificado de 24 horas de curso
Módulos:
- PSICOLOGIA: Conhecimento de mundo: limites, mordidas, interação social, adaptação escolar
- PSICOPEDAGOGIA: Construção do Conhecimento: brincadeiras, letramento e conhecimento lógico-matemático
- FONOAUDIOLOGIA: Contrução da linguagem oral dos 0 aos 5 anos, trocas de letras
- PSICOMOTRICIDADE: desenvolvimento da motricidade infantil
- NUTRIÇÃO: Incentivando a alimentação saudável e papel da nutricionista na Educação Infantil
- TERAPIA OCUPACIONAL: brincadeiras e atividades que favorecem o desenvolvimento da criança e a inclusão
Maiores informações através do telefone 51 3037.7167 ou envie um e-mail para recepcao@espacodomquixote.com.br
Em outubro e novembro estamos promovendo palestras
Nos meses de Outubro e Novembro o Espaço Dom Quixote estará promovendo palestras que possam integrar questões da Educação e da Saúde. Não deixe de participar!!!
Cronograma:
- 13/10 (19h) - PSICOMOTRICIDADE: O brincar como facilitador da aprendizagem: o lúdico como parceiro do professor em sala de aula, como o brincar enriquece o conhecimento.
- 20/10 (19h) – PSICOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA: Limites: um desafio possível! Como estabelecer limites com filhos e alunos de uma maneira adequada e que traga resultados benéficos tanto em casa, quanto na escola e na sociedade.
- 04/11 (19h) – FONOAUDIOLOGIA: Etapas e processos relevantes da Aquisição da Linguagem e os Distúrbios da Comunicação que nela atuam durante os períodos pré escolar e escolar.
- 15/10 (19h) – NUTRIÇÃO: Hábitos alimentares atuais de crianças e adolescentes e as consequências destes para sua saúde, bem como oferecer propostas de educação alimentar e incentivo à alimentação saudável a serem trabalhadas com este público.
Inscrição até a data do evento pelo fone 51 3037.7167
Investimento: traga um brinquedo para doarmos para uma entidade carente no mês da criança!
Maiores informações: recepcao@espacodomquixote.com.br
Dom Quixote participa de programa na Pop Rock


Para driblar a dificuldade de aprendizagem

As profissionais que formam o Espaço Dom Quixote
